Pensamentos acumulados, uma caneta e algumas folhas em branco resultaram em alguns textos...

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo...

Vamos lá, então:



17 de ago. de 2010

Mergulhado na dor, sofreu outra baixa
Enquanto escuta seus sons favoritos
Trazendo mensagens subliminares
Forçado, expulso
Largado à própria sorte
Mas não podia se importar menos
Até seu único lado bom
Dar sinais de fraqueza
Afetado pelo tempo
Ironia da realidade
Um grito abafado
Percebeu-se só agora
Sente-se como ela, há anos atrás
Confiança nunca foi o forte
Mas agora achou ter aprendido
Nunca é possível acertar
Pensa que está tudo bem e calmo
Até que sofre outra baixa
Nas noites que tendem a escurecer cada vez mais
Ironia da realidade

Na confusão
No devaneio do desespero
Encontra atalhos
Em caminhos sem saída
Está tão longe do caminho certo
Que não reconheceria ajuda se encontrasse
Pode falar a todos
Mas ninguém ouvirá

O deslocamento é nítido
Juntando sorrisos para montar um conforto
A maneira é antiga, mas talvez dê resultado
Sabe que está errado
Mas tem que ser assim

Você tem que seguir
Percebe-se só
Sente-se como ela, há anos atrás
Mas ainda tenta andar, se recusa acreditar
Nunca se sabe o que há por vir
Mas pensa que está tudo bem
Até que sofre outra baixa
Você tem que seguir
Nas noites que tendem a escurecer cada vez mais
 
Ironia da realidade