Pensamentos acumulados, uma caneta e algumas folhas em branco resultaram em alguns textos...

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo...

Vamos lá, então:



21 de jan. de 2011

Sinto que agora já sou algo cômico
Imaginando sua felicidade em meio a rostos estranhos
Cabe a mim agora decidir quando parar
Mesmo sem entender como você não percebe
Que a estrada pela qual segue é um caminho perigoso

Temo por todos que vigiam sua jornada
Sempre imagino sua perdição sem chance de voltar
Temo te perder numa brincadeira sem graça
Sua mente se dissipar e nunca mais te encontrar

Então, em silêncio vigio seus passos
Acredito que não faço parte de seus novos planos
Agora cabe a mim digerir seu novo "eu"
Mesmo sem entender como foi capaz
De dar a cartada final no que era para sempre

Temo por todos que vigiam sua jornada
Sempre imagino sua perdição sem chance de voltar
Temo te perder numa brincadeira sem graça
Sua mente se dissipar e nunca mais te encontrar

Talvez se olhasse uma vez ao redor
Se lembrasse de que já aconteceu o pior
Deixaria minha voz marcar suas passadas
Porém, não temos mais tempo
Agora tudo já foi escolhido
Nós somos parte de algo partido
Agora, assisto seu triste devaneio
Sinto por não poder te forçar a ouvir
Como pôde comprar promessas tão vazias?