Mesmo, com tudo que me disse
É parte forte do que me faz ser
Foi tudo pelo que permaneci
Te aguardei com expectativa
Enquanto ia se afastando
Ouvia as passadas se distanciando
Eu sei para onde eles te puxam
Mas você insiste em não me ouvir
Calma, observa o que está fazendo
Ninguém dá adeus como você
Como ninguém, me pinta invisível
Toda vez que insisto por você
Toda vez que busco por nós
Tudo acaba sempre separado
Sob as passadas fortes dos gentis...
As raízes, que me prenderam até o momento
Não consigo me soltar
Preso entre desistir e se afastar
Mas o primeiro passo não é dado por mim
Quando decidi não ceder mais
Sei porque teme ouvir
Sei que acha que não vai conseguir
Por todos aqueles errados que te apontam a direção
Solenemente aguardo você perceber a traição
Calma, observa o que está fazendo
Ninguém dá adeus como você
Como ninguém, me pinta invisível
Toda vez que insisto por você
Toda vez que busco por nós
Tudo acaba sempre separado
Sob as passadas fortes dos gentis...
E sempre que renovo
Será apenas um lamento no futuro
E nesse jogo seguimos
Apenas novas maneiras de você me deixar pra trás
E na casa em silêncio
Estão os gritos que nunca te darei
A ajuda que nunca pedirei
O que eu queria era nem ter precisado...
Calma, observa o que está fazendo
Ninguém dá adeus como você
Como ninguém, me pinta invisível
Toda vez que insisto por você
Toda vez que busco por nós
Tudo acaba sempre separado
Sob as passadas fortes dos gentis...
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