Pensamentos acumulados, uma caneta e algumas folhas em branco resultaram em alguns textos...

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo...

Vamos lá, então:



16 de mar. de 2011

Você agüenta ver o que realmente penso?
Digerir meus pensamentos sente falta do cabresto?
Gosta de se justificar apontando minha frieza, e eu nunca deixarei você saber
Foi por isso que veio, para roubar o pouco de mim que ainda me lembro
É por mim que estão perguntando?
Acho que as peças se encaixarão
Sem o peso de minha presença
Eu já dei motivo, algo para acusar-me?
Isso não me parece certo, observo o despencar
Tira prazer da minha estática, aqui está sua cria prodígia
Poderia persistir, mas não vou, hoje é dia de se odiar
É por mim que estão perguntando?
Acho que as peças se encaixarão

Sem o peso de minha presença

Você não me deixa sem saber

Você faz questão de me mostrar
Ela se manterá sólida nos dias certos, tentando me petrificar
Lentamente poluindo meu ânimo, mentindo por um resgate inútil
Ela entenderá meus motivos, ou focará em sua culpa?
Mova seu recém descoberto ego da frente, e agora se concentre no último dependente
É por mim que estão perguntando?
Acho que as peças se encaixarão
Sem o peso de minha presença

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