Pensamentos acumulados, uma caneta e algumas folhas em branco resultaram em alguns textos...

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo...

Vamos lá, então:



30 de set. de 2010

Depois que percebi
Que incertezas são rochas que impedem a evolução
Mesmo não podendo evitar sentir
o receio de cair depois de estar tão alto
Isso tomou conta
Ditou o ritmo por tanto tempo
Fechou meus olhos e ouvidos
Mas desconfiei, e agora questionei
Se não sou eu quem não sai do lugar

Sabendo de tudo, seguirei cabisbaixo?
Sofrendo por erros, que nunca serão consertados
Sabendo de tudo isso, ainda nada é certo
Estarei lá para mim mesmo?
Pronto para tudo, sem buscar ninguém

Percebi, que se quiser usar desculpas
Farei parte da marcha
Ficarei atento, na hora do teste final?
Levarei comigo
Tudo o que me acrescentou

Como alguém mantém encoberto por tanto tempo?
Hoje enxergo com clareza
Mas me pergunto sempre, por força do hábito
Saberei dos quais deverei me desligar?

Independente de tudo, vejo-te acenando
Hoje percebi, que já havia descoberto antes de mim
O que gera aquela incerteza antiga
É o medo de te causar decepção
Mas hoje, consigo refletir
Se só depende da vontade, de quebrar as pedras

Sabendo de tudo, seguirei cabisbaixo?
Sofrendo por erros, que nunca serão consertados
Sabendo de tudo isso, ainda nada é certo
Estarei lá para mim mesmo?
Pronto para tudo, sem buscar ninguém

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