Pensamentos acumulados, uma caneta e algumas folhas em branco resultaram em alguns textos...

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo...

Vamos lá, então:



29 de set. de 2010

O tempo é contínuo
Mesmo que observado
Ele não para, impiedoso com quem o assiste
Por isso não o observe
Tente acompanhá-lo
Pra evitar deixá-lo marcar-nos com cicatrizes

Porque mesmo no meio
De rostos estranhos, eu buscaria você
Mesmo que não me visse, te ampararia
Sem medo de perder outra vez
Mesmo no meio de vozes insanas
Por você, falaria mais alto
E afastaria tudo o que aflige seus sonhos

Sempre pensei
Que não me importaria, deixaria partir
Nem falta sentiria do que nunca realmente esteve ali
O que encontrei, foram incertezas
Mas o que conta é que ao menos encontrei algo

Porque mesmo no meio
De rostos estranhos, eu buscaria você
Mesmo incerto de onde estou indo
Sem medo de perder outra vez
Mesmo no meio de vozes insanas
Eu nem sei porque
Mas só estou aqui por você

Há uma certa esperança, quase que ingênua
Que encara os fatos de forma grandiosa
Não vê os enganos, mas persevera
Foi isso que prendeu a atenção

Porque mesmo no meio
De rostos estranhos, eu buscaria você
Mesmo que não me visse, te ampararia
Sem medo de perder outra vez
Mesmo no meio de vozes insanas
Por você, falaria mais alto
E afastaria tudo o que aflige seus sonhos

Eu nem sei porque
Mas só estou aqui por você

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